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Não Importa; or, the Infamous Fiction of Don Cavalho's Campaign

February 19, 2016

 

Riffed off a part I had for a film audition today.  And perhaps today's reactionary politicians.  And a sudden desire to attempt poetry in Portuguese.

 

Think of this as the Don Quixote-esque journey of a man lost from the seventies.  Obsessed with some mysterious prestige, journeying from Brasil to Chicago in the hopes of carving some road for himself...but never quite seeing past his life's illusions.  Or what else might be speaking to him.

 

Está em Sāo Paulo. Anda, Cavalho, como cavalo

começando aquele trote-trote, trocando suas pernas

para o ar, para a terra, tocando a terra com uma samba

militar, brandindo suas bandeiras contra…quem sabe? 

 

Não importa. 

 

Tamborilando pelas ruas, começando a se tornar cidade;

na sua idade, Cavalho, sua coração bate “Brasil, Brasil!”

com batucadas adequadas para futebol, para as pernas

pernas bonitas que existem longe de você.  Nem sabe.

 

Não importa.  

 

Continua, Cavalho.  Perdido nas serras, florestas, fontes,

juventudes que fiquem nas ficçōes que eles lhe ensinaram,

que paraísos só precisam esperar, aceitando sua chegada

Esperanta – só o Espirito Santo que sabe.  Acredita?

 

Não importa. 

 

Corta as Amazonas sagradas, Cavalho.  Tira as saudades

com balas nas cascas, sangrando sucos bem rosas que

percebe de praga – malarias estrangeiras mudando este

caminho para a bandeira…para Panama?  É sábio?

 

Não importa. 

 

Sua facão faz a conversa, Cavalho.  Cuidado com as feridas.

Para por um momento e Quem Sabe diga de volta:

Seca minha fonte, e vai morrer de fome.

Rouba meus tesouros, e vou tirar sua alma.

 

Não importa. 

 

Anos passando, morrendo de sede, pedindo pedaços

para pegar com braço-aço, mas não.  Só tem ossos,

sepultado na areia; o vento, uma vespa picando seu pele,

e com tudo, Cavalho, você continua sábio, “Brasil, Brasil…”

 

Não importa. 

 

Existem discotecos, Cavalho.  Chegue do quixotesco.

Luzes mercúrios comandam o povo à samba.   Sei bem.

Pegue seu macchiato num oásis na esquina e espera

ordems novos.  Volta para o Brasil.  Fique em Chicago.

 

…Não importa. 

 

Faça idéia, Cavalho.  A fama não come a fome.

As marcas não matam as saudades.  Sabe que aviōes

fecham os espaços mais rápidos do que cavalos?

Mas o Cavalho só caminha, sem importancia:

 

“Não… 

            Não… 

                        Não…”

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Ryan Oliveira

Ideas.  I'm full of them.

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